Pedaços

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Você lembra sim. Foi naquela noite de bebedeira, ele ouviu do amigo e se calou. E saiu furioso, a mulher atrás, confirmando. Agora não tem para onde voltar. Viram o noticiário na televisão e todas àquelas famílias, algumas delas destruídas totalmente pelo fogo. Ele abriu a porta do veículo, enorme, o mesmo que participou daquela situação. Mais de um mês e o pessoal – pelo menos os que restaram da carnificina – fora do hospital, os parentes amparando e chorando ao mesmo tempo.

- Foi isso não foi, falou ela, entrando no veículo. Com quem você estava Marcelo.

- Vá tomar no cu, não enche o saco. Estou por aqui com você, Anita.

- Viado. Filho da puta. Destruiu a nossa vida.

- Então sai do carro, agora!

- Não precisa gritar comigo, seu idiota! Eu sabia que tinha... e bateu a porta. Ficou na entrada, enorme, da casa, maior ainda, do amigo. E assistiram ao seu passado, ou parte dele, na televisão. Ela chorou e ele saiu rangendo os pneus. A amiga veio consolar. E o marido atrás.

- Eu tenho ódio de você, Alberto. Vocês dois vão me pagar. Pode largar Irina. Pode pedir um táxi para mim, por favor.

- Vou providenciar. E você, depois conversamos, ameaçou. Ele fez o sinal de desprezo e entrou na casa. O taxi chegou depois de dez minutos. Ela entrou, chorando e se despedindo da amiga. Conseguiram finalmente saber o que houve na noite em que chegaram mais do que bêbados em casa. Festa de despedida de solteiro. E festa de despedida de uma vida correta, até o momento. Agora, vamos aos fatos. E conseguimos sim, saber o que não haveria de ser, de seus maridos. Ela entrou, chorando e viu o marido dar o mesmo tom de desprezo. Riqueza faz assim. Despreza a quem não as têm. Pelo menos foi assim apresentado na televisão. Exatos quarenta dias do incêndio provocado. E no enorme balcão, perto do posto de gasolina, restaurante, estava acontecendo uma festa de crianças, também. E, na bebedeira deles e dos amigos, fizeram assim mesmo. Deixa queimar.

*o*

- Senhor delegado, Plínio, não é?

- Sim, quem está falando. E colocou a mão no bocal, fazendo o sinal para saber do que se tratava. E o homem disse, em frase, baixo no contexto, o que seria.

- O meu nome é Sebastião. Ele ouviu o riso do outro lado. E depois mais uma voz feminina. O meu nome, ou dela, é Marcela, Gerundina, a puta que pariu esses dois filhos da puta que colocaram fogo em nossa festa. Sabe do que estou falando, delegado Plínio. Volto a ligar. Melhor ficar de olho neles. Sabemos quem foi. Chegue antes, porque vai acontecer uma desgraça. E desligaram.

- O cara teve a petulância de me ameaçar. Deu para saber de onde ligaram?

- Não dou nada não, chefe. Rindo.

- Quer parar de ser palhaço, Evaldo. Estou falando sério. Esse cara ameaçou a polícia. Fique atento a novo telefonema. Eu tenho quase certeza que ele vai ligar para mim, especialmente. Tem ou não suspeitos do incêndio provocado?

- Ainda não, chefia. Mas estamos procurando. A fita e tudo o mais que poderia ter visto os caras foram queimadas. Junto com mais de cem pessoas. Algumas estão desaparecidas, de acordo com os parentes que participaram na festa.

- Desaparecidas? Ficou maluco!? Perdeu o juízo?! Devem ter virado cinza, seu besta. Desculpa. Fique atento. Tem gente que sabe quem foi e vai fazer besteira.

- Sim, senhor. Já fui. Posso levar o Arnaldo.

- Leve quem quiser e continue dando, sorrindo sarcástico. O policial, investigador, saiu da sala rindo. Brincadeira idiota. Como sempre na vida, enquanto não se queima a própria bunda nela, que se foda os circunstantes. Mas não foi assim, ao ver duas pessoas, exatamente, um casal, perto do balcão e passou por eles, com o investigador anotando e olhando para ele.

- O que foi? Ele apontou. E os dois se viraram para ele e tiraram a mascara que cobria parte da queimadura. Ele se arrepiou e foi um pouco para trás. Ainda recente, saídos do hospital. E foi o que ouviu, o relato, o choro, a desgraça completa. Bem, a coisa vai mesmo sair do controle.

*o*

- Você não vai fazer isso, Ernesto.

- Está falando comigo, mostrando a marca nos dois braços, ainda enfaixado. Eu sei quem foi e vou fazer mesmo. Quer me largar, pode ir embora.

- Eu não vou embora. Você não teve culpa, querido, por favor, acalme-se.

- Estou calmo. A minha vida acabou, chorando e se lastimando com ódio. Esses dois vão me pagar. Eu tive que molhar aquelas pessoas todas, partindo para o desespero. E puxando os cabelos, forçando as duas mãos queimadas, com ataduras e tirando o pouco de sossego que ainda gostaria de ter.

- Calma, vai acabar se machucando.

- Quer um pedaço? Vai cair mais um, como de todos eles. Quarenta dias de hospital por causa de brincadeira, ou safadeza, idiota, de dois animais. Eu vi e sei quem são. E vou fazer o que acho que devo. Você não esteve lá, no hospital.

- Eu fico horrorizada perante queimaduras, meu querido.

- Quer saber, pode me deixar em paz. Preciso descansar. Eu vou acabar com a vida dos dois. Ameaçou, ela chorou e foi saindo. Pedaços? Ele quer me dar pedaços. Chorou. Pegou no telefone e ligou. Ele ouviu muito bem. Ela falando para a mãe que iria sair de casa. Que vá embora mesmo. Eu não vou mais conseguir manter relações com você. Queimado nas mãos, nas costas, no peito e no pinto. No cu, enrugado. Quem quer ver algo assim na vida e no corpo de outra pessoa? Eu vou acabar com eles. Combinei com toda a turma. As graças de crianças e meninas, lindas. Rapazes fortes. E a morte de todos aqueles que não consegui libertar. Pedaços da minha alma ficaram com eles. Em cinzas.

*o*

- Muito bem, o que foi agora?

- Pai, sabia sobre aquele incêndio, no balcão?

- O que tem demais, falou apreensivo e a mulher mais nervosa.

- Pois é. Uma das meninas da escola retornou. Ela está bem, não se preocupe.

- O que quer dizer, falou nervoso. Por que não devo me preocupar.

- Eu ouvi o senhor e o tio falar sobre o incêndio e a preocupação. Brigou com a mamãe por causa disso?

- O que você ouviu, Mirna.

- Nada demais. Sobre o horror que foi. O que está pensando?

- Nada. E você, como foi à escola hoje.

- Sobre o assunto do incêndio, o dia inteiro, e a volta das meninas e dos rapazes. Um deles era jogador de futebol, pai. Só precisa ver como ficou a perna dele. Está arrasado. Teve que ser forçado pela irmã vir estudar. O joelho... o que foi, mãe? Desculpa, assunto besta para a hora do jantar. Desculpas. Bem, está uma delícia. Ela sorriu e olhou para o marido, com todo o ódio do mundo. Do mundo mesmo. Pedaço maior de carne ele colocou na boca, mastigando fortemente. E ela, apesar de tudo, não o abandonou. Diferente da amiga que brigou e ameaçou ir à polícia. E brigaram feio, de tapas. Não têm filhos, diferente deles dois. E o amigo ainda liga para saber das novidades. Idiotas, foi o pensamento, enquanto olhava para os dois filhos, bonitos, fortes, aguerridos e, como toda mãe que se preze, são os mais lindos do mundo. Pedaços de mim, atualmente. Longe do marido, ao seu lado e com cara enfezada. O telefone tocou. O menino levantou e atendeu. E se mostrou surpreso, ao vir trazer o telefone sem fio e deixar do lado do pai.

- Um tal de Sebastião. Quer falar com o senhor sobre o incêndio no balcão. O que tem a ver com isso, falou e riu para a irmã, piscando. O senhor é engenheiro. Ele atendeu e levantou, empurrando a cadeira e quase a fazendo cair no chão. E disse o célebre alô.

- Sei que foi você. Eu vi. E o seu parceiro. E mais aqueles dois no outro carro, rindo e dizendo deixa queimar. Fique esperto. Tem dois dias a mais para dizer o que fez. Eu vi, tirei fotos. Você vai me pagar, com juros e toda a correção de pele que as famílias vão precisar fazer. E desligou. Ele ficou vermelho, de ódio e de pesar. E pensou bem quem poderia ser. E lembrou-se do delegado, falando, que estava e iria conseguir prender quem fez o incêndio criminoso. E estão chegando perto demais. Os filhos, olhando para eles dois e depois para a esposa. Uma noite estúpida de bebedeira, com o balcão enorme, fechado, esperando pela chegada do aniversariante e eles pensando estar abandonado. E a vida se faz assim, na morte. Tudo escuro. A bomba de gasolina. Colocar o abastecimento. E o homem voltar para a loja, para passar o cartão. Ele juntou um pouco de gasolina, atrás, na porta malas, ainda zonzo e o homem vendo o seu estrago. Então foi esse que me ligou. Ele foi queimado. Eu pensei estar morto. Foi o único que nos viu. Os quatro idiotas. Dois fugiram, evidente. Amigos da noite. Amigos de amigos. E que se fodam, fechando a mão com força no aparelho. Que se fodam. E não voltou para a mesa de jantar. Ela tentou segurar as lagrimas e a menina percebeu, piscando para o irmão.

- O que foi, mãe? Por que toda essa preocupação?

- Estou nervosa com esse assunto. O seu pai também. É somente isso. Ele está tentando ajudar as famílias. Fizemos uma corrente de oração para todos eles, falou, na maior mentira que poderia e conseguiu contar com a segurança necessária.

- Entendo. Vamos terminar de jantar, por favor?

- Sim, querida, vamos. E você também. Não quero os meus filhos mal alimentados.

- Fiquei preocupado agora. Os filhos mal alimentados, rindo e mostrando o músculo. Dos quais muitos deles devem estar marcados, para sempre. Uma festa, enorme, famílias inteiras. Mais de cem pessoas, ou mais. Ela parou de ler. E vai ficar assim. Um grande pedaço do seu coração está morto. O marido foi o autor, ou parceiro nessa situação. E agora esse tal de Sebastião. Alguém querendo fazer chantagem. Ela ficou até o fim. A Norma veio tirar os pratos, rindo dos dois, eles devolvendo a brincadeira, segurando os pratos. E ela também está nervosa. Dois dias atrás, um homem veio entregar as compras e falou, mostrando, as marcas de queimadura. Sem saber bem o que fazer, contou para a patroa. E está assim, nessa situação de ter que não falar nada para as crianças. Jovens. Dezessete e dezesseis anos de idade, menino mais velho e a menina. Os dois lindos. Suas crianças, também. E os adora de paixão. Ela levantou da cadeira e ajudou, tirando o prato do pai que não voltou. E o conhece. Terminou o jantar. Ela foi e voltou com os pratos de doce e deixou um deles na frente do irmão, já que a mãe saiu da sala de jantar e foi atrás do marido.

- Está entendendo alguma coisa? E olhou para ele.

- Nada. Grupo de oração precisa ser nervoso assim. E fez careta. Pai Nosso é nervoso também.

- Deixa de ser besta, não é engraçado estar queimado. Eu vi as feridas nela, no que deixou se mostrar. Estão horríveis. Ainda bem que não queimou o rosto. Ele parou de sorrir. E concordou. Mais um pedaço de torta de morango, a preferida. Aliás, tudo na casa são, para os dois, as preferências. E adoram a Norma, que os adora. E não vão adorar saber sobre que pedaços, tortos, estão inseridos, parcialmente.

*o*

- Fique sabendo, senhor delegado, que vou fazer o que o senhor não poderia conceber em momento algum. Tenho apoio dos queimados e o culpado vai pagar. Dei os dois dias de prazo. O senhor tem certeza que ninguém veio se acusar? Estou perguntando, responda para mim, antes de ir fazer o que já estou pronto.

- Pode parar, não pode ameaçar a polícia... que filho da puta, desligou. Ele vai fazer merda, fique atento.

- Eu fico atento olhando para onde, o senhor pode me dizer? Eu não sei quem é, o pessoal veio fazer queixa e chorar, pedindo providências, quando descobriram que é o senhor que está à frente das investigações. Já tenho mais de cento e vinte boletins. O que posso fazer mais? E viu no olhar do delegado a situação de miséria que é não ter para onde ir e tentar resolver. O clima está tenso, na delegacia. E quente demais fora dela. Muito tenso. O tal de Sebastião vai fazer merda. Completa, no entender dele.

*o*

- Então estamos combinados. Espero vocês todos lá. Tenha na alma a esperança, falou junto ao grupo de mais de vinte pessoas, concordando com a cabeça, balançando dizendo o sim. E de várias situações de queimaduras. Uma das meninas, assim dizendo, a que ficou mais tempo jogando água nela, da bomba, um pouco quente, mas foi o que poderia achar de melhor. Depois dos primeiros jatos, mais fria e os poucos que conseguiram se salvar da sanha do fogo, chorando de desespero pelas queimaduras e dos gritos dos que não conseguiram sair, perdendo a voz depois das quedas das armações e do telhado. E o maior desespero ainda dos bombeiros, tardiamente. Ele ouviu dizer, na televisão e assistir que em queimaduras é assim, água somente, muita água e o maior tempo possível. E menina, mulher, vestida com o colante, plástico, não conseguiu tirar. E foi queimando por dentro. Ficaram nada nela, comendo as suas carnes e deixando uma abertura horrenda quando mostrou para ele. A vida destruída. A dele também. E não tem certeza que o que fez foi benéfico. Afinal, não salvou vidas. Destruiu a melhor querência. Destruiu o maior bem que a pessoa possa ter. O amor próprio. E saiu da reunião. Disposto. Amanhã. O último dia. Ele vai querer fugir. Mas sei bem o plano que achamos por bem fazer. Todos estão dispostos. Afinal, a vida é regrada em planos preconcebidos. Por alguém superior? Não. Por quem acha que tem o direito sobre a vida de outras pessoas. E vamos usar, nós todos, os desgraçados e queimados, vamos usar da mesma prerrogativa. O livre arbítrio. E vamos tirar os pedaços que achamos por bem ter de volta. Deles, que fugiram depois do ato. E os vi, infelizmente, para eles. E os vi queimar, ser queimado, por todas aquelas criaturas que não conseguiram fugir. E tirou, puxando para o lado, ainda nas ataduras nas mãos e nas costas. A bunda foi para o espaço, parte dela. O cacete, ficou pela metade. A vida ficou, inteiramente, perdida. Ela tem razão em me abandonar. Eu já o fiz por conta própria. E viu toda a turma sair do restaurante, alguns chorando. A vida e a morte decretada. De todos.

*o*

A Norma atendeu a porta e o homem falou. Ela sabe quem é, identificou bem. E ligou o aparelho. E viu o homem sorrir.

- O que o senhor deseja?

- Estou aqui para falar com o seu patrão. Ele está me esperando.

- Vou chamar, um instante só. E foi. Ele viu o tal de Sebastião, se é que é mesmo o nome. E nesse horário, com todos em casa. Foi à exigência. Do amigo também. E da esposa, dele, apesar de separados.

- Pode entrar, tocando no botão. E não ligou para mais nada. A Norma também. E quando viu aquela verdadeira multidão entrar pela cozinha, pela sala de espera, ficou horrorizada. Alguns encapuzados, ou com tela de proteção, somente os olhos para fora. E, mais ainda, quando foi impedida de pegar o telefone. Ele, o dito Sebastião, na frente.

- Onde estão os seus filhos?

- O que vai fazer com eles?

- Absolutamente nada, senhora. Grupo de oração. Tem algum pecado para nos mostrar, sério demais que precise de um grupo para chegar ao céu. E você, seu calhorda, o que está esperando?

- O que quer saber?

- Eu quero saber o que vai fazer por todos eles?

- O que quer que eu faça?

- Primeiro dizer que o fez e o por quê? Para toda a imprensa e para a polícia.

- Eu não vou fazer nada disso, pode esquecer, olhando em volta e vendo o pessoal se aproximando e sentando. Ele sorriu de volta, sarcástico.

- Muito bem. Abriu a blusa e tirou um revolver. Dois outros homens fizeram o mesmo. Eles se assustaram, a Norma gritou de susto e foi impedida de fazer mais uma vez. E foi buscar as crianças, para ela, com o outro homem armado. E uma das meninas também estava. E junto com ela, duas outras senhoras, atentas. E quando as crianças entraram na sala, já começaram a chorar, porque viram à amiga. Ele, ainda tentando segurar o horror que foi ver, porque ela mostrou. O lugar que deveria ser, para eles, jovens, o receptáculo do prazer, transformada em uma massa amorfa e horrível de se ver, chegar perto e pegar. Ela anda torta, tentando evitar o contato da pele. E os pedaços que tem que tirar, ou teve, a cada dois dias para mudança das ataduras. E o horror se fez maior, as mulheres sendo obrigadas a ver as suas semelhantes, tirar a roupa e mostrar. A menina puxou o cabelo, para trás, mostrando o pouco que ficou na frente. E as máscaras protetoras também.

- Já chamei a polícia, falou ela, tirando a roupa e ficando nua. E foi por sorteio, apontando a arma para todos eles. Eu fui à primeira. E ele o último. Chegou tarde, meu amor.

- Eu passei a amar essas pessoas profundamente. E vão estar sempre no meu coração. Aproximou-se da menina. Você vai contar, de um jeito ou outro, para a polícia. Ela colocou a arma na boca e atirou, simplesmente, com os gritos de desespero de todos eles, sentados e apertados, uns junto dos outros. E gritando e chorando. Pedindo perdão e para não continuar. O homem que foi junto com a Norma foi o segundo. E atirou do mesmo jeito, indo para trás, nu como todos e uma das mulheres pegou a sua arma. Chorou um pouco, pediu perdão para o céu e fez. E assim, todos eles, um após o outro, tiraram a própria vida. Ele no final. O tal de Sebastião e autor desse clima de morte. – Eu os amei. E estou vingado. Fez o ar de morte, chorou muito, abaixou-se do lado da menina, como todos, nus e esperou a polícia chegar. O delegado ainda o viu, apontando o revólver, junto com os dois outros investigadores e policiais. Ele olhou para o céu e apertou o gatilho. Pedaços de cérebro. Pedaços de gente, mortas, pela sala enorme. E a justiça foi feita. Ou será. Pedaços da vida de todos espalhados. E essas agora, vivendo outro horror. Que assim seja, será o final no grupo de orações. Para os que julgaram continuar a viver, mesmo queimados, valer a pena. Quem sabe? O destino. Pedaços.

*o*



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Comentários   

0 # anonimo 30-11--0001 00:00
affff que porra é essa?? Nao entendi nada vai aprender a escrever primeiro assassino do portugues e da gramatica!! Esse texo e um duplo homicidio
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0 # Wellington 30-11--0001 00:00
Quem entender esse texto merece um prêmio.

Alguém traduz?
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0 # Gabriel 30-11--0001 00:00
tradução impossível de ser encontrada em registros linguísticos
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0 # Claudia 30-11--0001 00:00
Aff, esse texto tá muito confuso, o cara não separa o diálogo da narrativa, e tudo parece fala, sem contar que não separa as falas também.
O texto inteiro parece um diálogo, pfvr né ¬¬
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