o lenhador

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lá ia Mariazinha pela estrada a caminhar e pensar sobre sua pequena vida,um pouco com medo. 

pensava em estudar pois um dia seu pai falou com sabedoria.

-um dia filha,você verá que se não sabermos ler e escrever seremos cego. 

também na imensidão de mato que viviam,sem luz elétrica,fogão a lenha e viver de criações.

pronto agora sabemos a sua pequenq vida a dez anos passados,

 Caminhando em direção a escola usando o caminho a ser mais apropriado, pois não ia aquela hora da manhã passar pelas vacas do pasto e nem pelo curupira que vivia a beira do rio.

 A beira do mato na estradinha é o melhor caminho.

 Brusinha de lã,chinelo de dedo e vestido de chita,andando bem cedinho.

 Um grito na floresta e o machado a cortar,um homen de azul a madeira a empilhar, a quase todas as arvóres a derrubar e havia a noite inteira a trabalhar.

Mas a menina vivia a caminhar e de longe a olhar sobre as terras de seu tio tudo a devastar,seu coração com raiva a ficar mas quando chegar a todos a de contar.

 A manhã curta passou e seu caminho a pequena criança tinha de enfrentar,mas quando proximo da estrada chegou,nem  a lenha nem o lenhador o som do machado em silêncio ficou.

 Nem uma arvóre no chão nem o mato a revirar,a menina seu caminho tomou pois não existia à alma a assombrar.

 

 

baseado em fatos reais pois assombração só de assusta uma vez.



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